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Um tubarão branco, um dos mais temidos predadores do reino animal! O predador dos predadores… passeando em águas havaianas! Mas, esse não é um tubarão branco qualquer. Ele tem um nome, e destino conhecido… Ele é o Omoo, um dos animais marinhos rastreados pelo programa TOPP (Tagging of Pacific Predators) que coloca tags nos principais predadores do Pacifico e rastreia os animais durante as suas migrações.

O tubarão branco cujo nome cientifico é Carcharodon carcharias mede em média 5 metros (embora possa chegar a 7) e pesa aproximadamente 700 kg. Engraçado pensar que o famigerado tubarão branco é, de fato, pequenino quando comparado com o atum azul, que em média pesa 684 kilos e mede 4.58 metros. Esse tubarão ficou famoso pelo filme (err, de um nome muito criativo) “Tubarão”, no qual os animais são retratados como malévolas criaturas.

No Pacifico Leste os tubarões brancos podem ser encontrados do Alaska ao México, mas não ao norte do estado de Washington. Acreditava-se que os animais se concentravam na costa da California, mas dados dos animais rastreados pelo programa TOPP mostram que os animais nadam da California ao Havaí (humm… espertinhos esses tubarões!). A lista do do World Conservation Union lista os tubarões brancos como vulneráveis e hoje eles são protegidos nas águas Californianas e Mexicanas. Nem mesmo o predador dos predadores conseguiu sair ileso das mudanças criadas pelos homens!

Clicando no mapa abaixo você será direcionado para a página do programa de marcação dos predadores do Pacifico (TOPP) e poderá acompanhar a migração do tubarão branco e de outros incríveis animais.

Curiosidade: O corpo desses animais pode atingir temperaturas maiores que a da água ao seu redor. Assim como também acontece com a albacora-de-laje (Thunnus albacares – yellowfin tuna) e com o bonito-listrado (Katsuwonus pelami – skipjack tuna) , cuja temperatura corporal pode chegar a 12 graus C a mais que a água onde se encontram. Um fato interessante (que ouvi na última quinta-feira numa palestra com o professor Charles Birkeland) é que a temperatura corporal desses animais cresce especialmente durante a alimentação, e que os pescadores evitam sua captura nesse momento. Assim, eles garantem q a carne possa ser vendida para “sushi” com um melhor preço de mercado e não para a industria de enlatados.

(Parte do texto foi baseado nas informações da página do TOPP – http://topp.org/species/white_shark)

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Arquivado em Curiosidades, Oceanografia / Oceanography

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